Biblioteca Monteiro Lobato – Maio/2018 – Novas Aquisições

Publicado em 06.06.2018 - Notícias - Sem comentários

Eleanor e Park

Eleanor e Park

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
A idade media
A idade média
Quando você pensa na Idade Média deve logo imaginar castelos sombrios, princesas e cavaleiros, guerras e monstros. Mas esses dez séculos foram muito mais complexos, variados e ricos do que sugere esse lugar-comum criado ao longo do tempo.
Na verdade, não houve uma, mas diversas Idades Médias, às quais os historiadores deram muitos nomes: primeira ou segunda, central, adulta, feudal, merovíngia, carolíngia ou capetíngia, romana, gótica, época das catedrais ou dos principados…
Conheça todas elas em seus mínimos detalhes, neste guia prático que ensina história a partir do trabalho – de campo, de pesquisa e de análise – dos arqueólogos.
Francisco
Francisco
Por sua vida simples e proteção aos animais, São Francisco é um dos mais queridos e admirados santos da igreja católica. Ao abdicar do luxo e do dinheiro, sua passagem pela Terra foi muito complexa: foi chamado de louco, foi aprisionado pelo próprio pai e enfrentou todo tipo de resistência e preconceito. Ao contar essa história com uma extensa pesquisa em documentos, depoimentos registrados na época e textos do santo de Assis, o jornalista Guilherme Samora traz para os dias de hoje lições de sabedoria e de exemplos da vivência de Francisco. Com prefácio assinado por Rita Lee, devota do santo, o livro é lançado no mês em que se comemora o Dia Nacional dos Animais 14 de março.
O bom dinossauro
O bom dinossauro
Arlo é um dinossauro muito medroso. Um dia, seu pai pede que ele cumpra uma tarefa muito importante para que possa superar o medo e ter o direito de colocar sua marca no silo da família: capturar a criatura que como todo o milho armazenado. Será que ele vai conseguir realizar a tarefa? Será que a criatura é mesmo tão má assim? Viaje pelas páginas deste livro e descubra como termina esta história emocionante e cheia de aventura.
Quem e esse moleque para estar na folha
Quem é esse moleque para estar na Folha
Ser liberal no Brasil hoje é o novo revolucionário. O movimento de contracultura da era moderna não pertence mais à esquerda, como nos anos 1960, mas sim ao que se denomina direita liberal. Nada mais cafona e ultrapassado do que um jovem com a camisa do assassino Che Guevara. Nada mais démodé do que alguém enaltecendo o tirano Fidel Castro, que finalmente foi para o inferno, para o azar – e a preocupação – do Capeta. São os ventos de mudança, que sopram com intensidade cada vez maior em nosso país, tão distante do liberalismo como Plutão da Terra. E a melhor prova disso está na juventude, com acesso pelas redes sociais a pensadores que são deliberadamente boicotados em nossas universidades. Gente do calibre de um Mises ou um Hayek, que há uma geração quase ninguém tinha ouvido falar, hoje são citados com frequência pela garotada. E ninguém melhor do que Kim Kataguiri para ilustrar o fenômeno. Mesclando um ativismo político fruto do senso prático, com o embasamento teórico de um estudioso, Kim vem conquistando milhares de seguidores, além do respeito dos líderes dos movimentos liberais no país.
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Testamento de Pasárgada: antologia poética
Esta obra traz os mais célebres poemas de Bandeira alicerçados pelos ensaios críticos modelares de Ivan Junqueira, ensaísta e crítico literário. Uma coletânea que reúne 163 poemas publicados nos livros A cinza das horas, Carnaval, Libertinagem, Lira dos cinquenta anos, Estrela da manhã, Estrela da tarde, Belo belo, Opus 10, O ritmo dissoluto e Mafuá do malungo. Ao longo da leitura dos poemas que integram esta antologia, é permanente a sensação de estarmos diante de preciosidades do repertório de um dos maiores artistas brasileiros da palavra. Conhecido como o responsável por inspirar os modernistas, Manuel Bandeira encontrou nos versos livres sem abandonar, no entanto, as cadências tradicionais o instrumento perfeito para a sua expressão lírica. Neste Testamento de Pasárgada, percorremos seus poemas antológicos agrupados em seções precedidas por breves estudos magistralmente executados por Ivan Junqueira, organizador da obra, os quais revelam as mutações e permanências do registro poético do autor. Esta antologia possibilita ao leitor a oportunidade de vislumbrar a essência de Bandeira com maior amplitude e profundidade. Ele não desfrutará apenas da experiência sempre impactante de ler os versos do poeta, como também terá o privilégio de captá-los e senti-los por meio de prismas dotados de raríssimo brilho.
Matando borboletas
Matando borboletas
O primeiro amor, a inocência perdida, e a beleza que pode ser encontrada até nas circunstâncias mais perversas Sphinx e Cadence prometidos um ao outro na infância e envolvidos na adolescência. Sphinx é meiga, compassiva, comum. Cadence é brilhante, carismático e doente. Na infância, ele deixou uma cicatriz nela com uma faca. Agora, conforme a doença de Cadence progride, ele se torna cada vez mais difícil. Ninguém sabe ainda, mas Cadence é incapaz de ter sentimentos. Sphinx quer continuar leal a ele, mas teme por sua vida. O relacionamento entre os dois vai passar por muitas reviravoltas, até chegar ao aterrorizante clímax que pode envolver o sacrifício supremo.
Cidade dos anjos caidos
Os instrumentos mortais: cidade dos anjos caídos
A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace se afasta sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo.